E todos comeram de uma mesma comida espiritual,
E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.
Mas Deus não se agradou da maior parte deles, por isso foram prostrados no deserto.
E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.
Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar.
E não nos forniquemos, como alguns deles fizeram; e caíram num dia vinte e três mil.
E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes.
E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor.
(1 Coríntios 10:1-10)
A história de Israel, escrita pelos profetas do Senhor, dá-nos profundas lições de como não fazer tudo o que nos vem à cabeça nem tudo o que nos sobe ao coração. Num ambiente privilegiado como a igreja, podemos cometer os mesmos erros dos personagens bíblicos, coisa que nunca pensamos estar sujeitos a fazer.
1) Cobiça (v.6) - Ao lembrar das coisas que experimentamos ou contemplamos no mundo, esquecemos das coisas melhores prometidas por Deus àqueles que o amam de todo o coração. Se temos o amor de Deus em nosso coração, não daremos bola para esses banquetes indigestos.
2) Idolatria (v.7) - Depois de libertos da escravidão, alguns se orgulham de que a sua própria força ou poder ou mesmo outro deus (criado à sua imagem) tenha adquirido todos os seus bens. Esquecem-se de que só no Senhor há permanente vitória e eterna alegria. Nada pode tirar os nossos olhos de Cristo, porque o seu amor é inseparável dos que nele confiam.
3) Imoralidade - v.8; Quando o temor de Deus não faz o homem respeitar o seu corpo e desonrar ao outro por meio de relações sexuais ilícitas, não só a consciência, mas a família ou sociedade e, principalmente, o Senhor aplicam suas sanções. O templo de Deus não é um lugar onde nos reunimos para senti-lo, mas somos nós, que fomos comprados, por seu próprio sangue, para ser a sua habitação no Espírito. A santidade convém à igreja, porque a corrupção do mundo não é digna de Deus.
4) Provocação a Deus - v.9; Falar irreverentemente do Senhor, como que não concordando com o seu agir ou criticando as suas ações, ou mesmo querendo mudar os seus desígnios eternos, é desafiar insensatamente a sua gloriosa presença. Ele tem o poder de lançar corpo e alma no inferno, bem como redimir a quem ele quiser. Quem se acha acima de todo comando e não aceita nenhuma orientação do alto pode ser duramente punido ou pacientemente tolerado até o acerto final de contas.
5) Murmuração (v.10) - Outra coisa que causa muitas dores aos seus praticantes é a reclamação contra seus líderes, feita de forma desonesta, infame e rebelde. Não se pode separar a mensagem de Deus do seu autor. Quando se nega a obedecer ao Senhor, qualquer ataque ao ministro enviado por ele parece uma tentativa de escape da responsabilidade moral anunciada. Mas os ouvidos de Deus estão sensíveis até mesmo aos nossos pensamentos. A língua deve ser domada (Tg 3:2)!
As advertências anunciadas servem para nos manter alertas, perseverantes, limpos de alma e de coração, para que nos tornemos inculpáveis diante do nosso Rei. Deus é fiel e não nos prova para ver a nossa queda, mas para nos fazer mais unidos a ele e mais parecidos com o Seu Primogênito. Afastemo-nos, pois, de tudo aquilo que desagrada ao nosso Pai santo e justo.
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